Bandagem Terapêutica

Olá,

Por indicação de nossa fisioterapeuta, estamos fazendo uso da Bandagem tetapêutica. 
Já tem algumas semanas e o que venho observando é que no caso de Cesinha, está mantendo suas perninhas mais firmes. Com o movimento reduzido, suas pernas apresentam  "flacidez" por conta da hipotonia (pouca força muscular). Não é um método muito conhecido, até então eu nunca tinha ouvido falar, por conta disso resolvi compartilhar.

Traduzindo: A Fita Kinésio ou Kinésio tape é uma técnica oriental que, utilizando fitas adesivas, auxilia o tratamento de lesões traumáticas de nervos e músculos. Esta técnica não utiliza nenhuma substância química nas bandagens, sendo consideradas terapêuticas. As fitas adesivas são feitas em algodão e elásticas. São utilizadas por muitos jogadores de vôlei, tenistas, ciclistas, etc. 
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fita_Kin%C3%A9sio)

A seguir uma publicação que achei interessante a respeito do assunto:


Conheça a bandagem terapêutica, método japonês que recupera lesões

conheça a bandagem terapêutica, método japonês que recupera lesões

Técnica criada no Japão há mais de 25 anos, a bandagem terapêutica, também chamada de Therapy Taping, é cada vez mais usada no Brasil, especialmente em casos de recuperação de lesões musculares e de má formação congênita de membros. Segundo o fisioterapeuta Nelson Morini, da Reactive, o método trabalha a partir do sistema tegumentar, do qual fazem parte a pele e seus anexos, como os pelos. “A pele interfere diretamente nas funções fisiológicas do corpo humano, pois seus sensores se comunicam com os sistemas abaixo dela, como o muscular e o circulatório”, explica ele, que trouxe o tratamento para o país em 1998 e é presidente da Therapy Taping Association.

De acordo com o resultado desejado, mudam a posição, a direção, a tensão e o corte da bandagem. Menos 50% de tensão, por exemplo, serve para estimular a musculatura, enquanto mais 50% de tensão funciona para corrigir alguma coisa. “Um caso em que usamos mais 50% de tensão é o de crianças que nascem com os pés tortos. Já menos 50% de tensão ajuda a diminuir a rigidez de um músculo após um derrame”, diz Nelson.

O fisioterapeuta afirma que a técnica pode ser usada por qualquer faixa etária, desde que se respeite a pele mais frágil de bebês e idosos. “Nesses casos, usa-se a bandagem com pouca ou nenhuma tensão”, ensina ele. Atletas e pessoas com dores musculares também se beneficiam do método. “O tratamento funciona até para feridas que custam a fechar. Colocamos a bandagem ao redor da área atingida, a fim de aumentar a circulação no local e estimular a cicatrização”, garante Nelson.

A bandagem usada pelo profissional é importada da Coréia e é feita em algodão e elastano, com uma cola de acrílico que permite sua fixação. “Um material de boa qualidade é hipoalergênico porque cada fio de elastano é envolvido por um de algodão. Além disso, o tecido é poroso e permite que a pele respire”, conta Nelson. Em média, a bandagem fica aplicada por um período de três a cinco dias, sendo substituída por uma nova. “O número de trocas vai depender do tempo de uso, que varia de acordo com a gravidade da lesão. Pode durar de duas semanas a seis meses”, acrescenta ele.

Uma vez aplicada a bandagem, é recomendável que o paciente aguarde meia hora antes de fazer qualquer atividade que envolva água ou suor. Depois desse período, a cola seca, o material adere à pele e a pessoa fica liberada para levar uma vida normal. “Uma das vantagens do método é não limitar os movimentos. Dá para tomar banho e fazer exercícios como nadar e correr”, assegura Nelson.


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